O Solar de Algarves é um condomínio residencial de duas torres com 19 pavimentos cada, na Rua Pioneiro Romeu Pardini, 161, em Maringá (PR), construído pela SISA Construções Civis, construtora de Maringá (PR) fundada em 1970, e entregue em 2014. Cada andar tem quatro apartamentos, o que resulta em 144 apartamentos e 8 duplex, num total de 152 unidades. Para uma empresa de engenharia civil, essa escala transforma a obra em um exercício de método: duas torres, pavimentos que se repetem dezenas de vezes e uma área de lazer comum que precisa ficar pronta junto com as unidades.
Como se organiza um residencial de duas torres
A ficha técnica do Solar de Algarves descreve um programa claro. São duas torres iguais em altura, com 19 pavimentos e quatro apartamentos por andar. Os apartamentos têm 3 quartos, sendo um suíte, sala e cozinha integradas, lavanderia separada e sacada com churrasqueira. Os 8 duplex seguem a mesma base de 3 quartos com suíte e acrescentam espaço gourmet com churrasqueira e banheiro.
As metragens informadas pela SISA são 78,00 m² e 119 m². A linha do tempo da empresa registra a entrega, em 2014, do "Edifício Solar de Algarves, com duas torres e 152 apartamentos", número que confere com a soma dos 144 apartamentos e 8 duplex.
Implantação: duas torres e um térreo compartilhado
A vista aérea da obra mostra as duas torres lado a lado, com volumes brancos e sacadas marcando todos os pavimentos, em um entorno de residências térreas e sobrados. Ao fundo aparece o conjunto de edifícios do centro de Maringá. Ao nível do chão, as fotos mostram o espaço entre os blocos ocupado por jardins, caminhos de pedra e equipamentos de lazer.
Essa implantação concentra no térreo tudo o que é comum aos moradores e deixa as torres dedicadas às unidades. Para a engenharia, isso significa planejar fundações, estruturas e instalações de dois edifícios altos e, ao mesmo tempo, preservar um terreno livre e tratado entre eles.
Repetição planejada: o pavimento tipo como ferramenta de produtividade
Em um edifício com quatro unidades por andar e 19 pavimentos, boa parte da obra se apoia no pavimento tipo, o andar que se repete ao longo da torre. Cada ciclo de estrutura, alvenaria, instalações e acabamento volta a acontecer andar após andar, em duas torres.
A pesquisa acadêmica ajuda a entender por que esse ponto pesa. O trabalho "Análise de produtividade da mão de obra com a utilização de alvenaria de vedação racionalizada", da Universidade Federal da Paraíba (UFPB, 2018), acompanhou um edifício residencial de vários pavimentos e concluiu que a produtividade da equipe cresceu de forma significativa já nos primeiros seis meses. O autor associa a melhora da qualidade à capacidade da equipe de repetir o processo em alto nível sem intervenções externas, e aponta que os ganhos aumentam com continuidade do serviço e boa coordenação das equipes.
Em uma obra de duas torres, essa lógica se multiplica. A sequência de serviços bem definida em um pavimento serve de padrão para todos os outros, e a coordenação entre as frentes de trabalho define o ritmo do canteiro.
O que muda quando há duplex no conjunto
Os 8 duplex acrescentam uma camada de complexidade ao projeto. Uma unidade em dois níveis interrompe a repetição do pavimento tipo e pede compatibilização própria de estrutura, escadas internas e instalações. No Solar de Algarves, os duplex incluem espaço gourmet com churrasqueira e banheiro, ambientes que somam pontos de água, esgoto e exaustão ao programa da unidade.
Para quem contrata, essa combinação de tipologias dentro do mesmo empreendimento mostra uma construtora acostumada a lidar com variações de planta sem perder o controle do conjunto.
A área de lazer como terceira frente de obra
Além das torres, o Solar de Algarves tem área de lazer completa, descrita pela SISA com estes itens:
- piscina;
- academia;
- brinquedoteca;
- salão de festa;
- playground;
- espaço gourmet.
Nas fotos da obra, o térreo aparece com jardins, deck de madeira, playground e um edifício de apoio. Essa área atende às duas torres e funciona como uma terceira frente de trabalho, com serviços de paisagismo, impermeabilização, revestimentos e equipamentos que precisam estar concluídos na entrega das unidades.
Em números - 2 torres - 19 pavimentos por torre - 4 apartamentos por andar - 144 apartamentos e 8 duplex, total de 152 unidades - Metragens de 78,00 m² e 119 m² - Entrega em 2014
Por que essa experiência interessa a quem vai construir
Incorporadores e investidores que planejam residenciais de múltiplas torres precisam de uma empresa de engenharia civil que domine a repetição, administre variações de planta e coordene várias frentes de trabalho. O Solar de Algarves é um exemplo entregue dessa competência na carteira da SISA.
Veja a ficha completa em Solar de Algarves, conheça outros residenciais em /obras e as áreas em que a empresa atua em /areas-de-atuacao. Para um novo projeto, fale com a equipe em /contato.
Perguntas frequentes
Quantas unidades tem o Solar de Algarves?
São 152 unidades: 144 apartamentos e 8 duplex, distribuídos em duas torres de 19 pavimentos, com quatro apartamentos por andar.
Quando o Solar de Algarves foi entregue?
Em 2014, segundo a linha do tempo da SISA Construções Civis.
Onde fica o Solar de Algarves?
Na Rua Pioneiro Romeu Pardini, 161, em Maringá (PR).
Quem construiu o Solar de Algarves?
A SISA Construções Civis, construtora de Maringá (PR) fundada em 1970.
Fontes consultadas



